Tipos de Seguros e Funções de Comutação

Existem vários tipos de seguros, e para cada tipo, existe uma forma de calcular os valores que se paga e que se recebe. A ideia inicial aqui é imaginar que a seguradora não tem lucro, só recebe o suficiente pra pagar o plano do seguro no final, dado uma determinada tábua de mortalidade. O lucro da seguradora é colocado depois, com as fórmulas de carregamento. Então inicialmente a ideia é que a receita da seguradora quando alguém contrata o seguro seja igual à despesa dela ao pagar o sinistro.

Dito isso, sempre partimos da fórmula "Receita = Despesa", que a partir de agora vou escrever Rec = Desp" só pra abreviar.

Os tipos de seguro se dividem em:
  • Seguros de Sobrevivência (que também são chamados de benefícios);
  • Seguros Contra Morte.
O que vocês vão perceber é que eles são sempre separados em classes cujas lógicas pra resolver são as mesmas. Essas classes todas dizem respeito ao tempo, mas cada uma em um determinado sentido. Como eu não sei se o segurado vai estar vivo no final dos períodos definidos por essas classes, as rendas e seguros calculados com base neles são chamados de aleatórios. São elas:

  1. Anual, Semestral, Trimestral ou Mensal (na literatura não se encontra Quatrimestral, mas eu vou desenvolver só de pirraça, porque acho besta dizer que não existe só porque ninguém escreveu sobre);
  2. Imediato ou Diferido;
  3. Vitalício ou Temporário;
  4. Antecipado ou Postecipado.

Paztejamos.

Materiais de Filosofia

Estou precisando reunir em um só lugar todo o material de filosofia que tem me parecido útil pela internet e, como meu blog serve justamente pra me ajudar a estudar, resolvi que vai ser aqui o lugar.

Filosofia em Geral:


Do curso Introduction of Philosophy do Coursera:


Sobre o Poder:

Livros a ler:

  • Da Guerra, de Carl von Clausewitz.
  • Leviatã, do Thomas Hobbes.
  • História da Sexualidade (os 3) do Foucault.
  • Vigiar e Punir, do Foucault também.
  • O Contrato Social, do Rousseau.
Paztejamos

Pois é, não deu pessoal - Abrindo pra filosofia

Na última vez que postei aqui, prometi umas coisas que acabei por não poder cumprir. Peço desculpas a quem eventualmente acabou se iludindo com a proposta. Na real já tinha me prometido não prometer nada nesse blog porque insisto em não cumprir as promessas. Vou tentar não repetir o erro (ou só prometer depois que estiver cumprindo, o que facilita o cumprimento).

Ao que consta então, ainda não haverão vídeos no blog, nem edições do material, a princípio. É que nem é meu foco agora.

Esse último semestre estive praticamente afastado da faculdade, e estudando/aprendendo coisas que são mais profundas do que práticas, especialmente associadas à filosofia.

Vou abrir mais uma coluna de assuntos inacabados ao lado, e postar alguma coisas sobre filosofia que tem me interessado ultimamente. Não me importa muito se não terão visitas - esse blog sempre foi mesmo uma coisa mais minha do que dos leitores.

Enfim. Esse é só um pedido de desculpas pela promessa. Não que mais adiante eu não possa pô-la em prática, mas não é o objetivo agora.

Paztejem.

Novidades a Vista


Buenas gurizada! Eis que trago novidades ótimas!

Esse blog nunca foi uma obra rentável e, bastante por isso, nunca teve a pretensão de ser contínuo. Era uma coisa que eu ia fazendo aos poucos, conforme tinha tempo e saco.

Agora, vendo a aceitação que o conteúdo que tem aqui recebeu ao longo do tempo, estou fazendo uma força pra tornar esse projeto uma coisa mais estruturada. Já tenho um amigo pra preparar vídeos comigo e em breve vamos criar um canal no youtube pra complementar os materiais escritos aqui.

Além disso, vou corrigir (aos poucos, claro) os erros de português - que tantos reclamam - e atualizar o conteúdo defasado (que eu sei que existe, já que o material não foi escrito agora). Também vou tentar pegar uma 'continuidade' ao postar aqui (a princípio estou tentando postar toda a sexta-feira - os últimos dois posts já foram sextas; só essa sexta que eu não postei porque tive dificuldades de horários). Postar continuamente e atualizar a matéria me obriga a estar sempre em dia com o conteúdo em mente. Isso é bom pra mim inclusive por causa do trabalho! =D

Então, enfim, quem estiver curtindo o blog, não perca cenas dos próximos capítulos :P logo logo trago as novidades prometidas! o//

Abraços!

Fundos de Investimentos

A melhor forma de visualizar um Fundo de Investimento é compará-lo ao que ele realmente é: um Condomínio. E o que é um condomínio? Um condomínio é o que a palavra diz, um domínio-comjunto.

Por exemplo, minha namorada mora num apartamento alugado no centro de Porto Alegre. Todo mês, no começo do mês, a imobiliária manda um boleto pra ela pagar onde diz "R$XX de aluguel", "R$YY de IPTU", e "R$WW de Condomínio". Esse valor que ela paga de condomínio é acumulado com todos os valores de todos os outros moradores do prédio e fica a disposição do síndico do prédio, que o administra e o usa pra pagar a conta de luz dos corredores, o serviço de portaria do prédio, o salário do zelador, a manutenção dos elevadores, etc.

Em um Fundo de Investimentos não é diferente. Quando eu coloco dinheiro no Fundo de Investimento, esse dinheiro vai pra mão do Gestor (síndico) do Fundo, que junta o meu dinheiro com o de todo mundo que também investiu ali (condomínio), e administra esse dinheiro o melhor possível pra tentar conseguir uma boa rentabilidade.

Um Fundo de Investimento é formado por cotas, que são as partezinhas em que é dividido o fundo. Quanto mais dinheiro eu coloco no fundo, mais cotas eu compro desse fundo. É como se o fundo fosse um grande saco de balas, todas iguais, e cada bala custa o mesmo valor. É por causa dessas cotas que a pessoa que investe no fundo é conhecida como cotista.

Mas por que ser cotista de um Fundo de Investimento? Que que eu ganho com isso? O objetivo de comprar cotas em um Fundo é conseguir uma boa rentabilidade com o dinheiro aplicado. O negócio é que com um grande volume de dinheiro, o Gestor do Fundo tem menos custos nos investimentos, pode diversificar as aplicações de forma que diminua o risco, etc... coisas que eu sozinho talvez não tivesse condições de fazer ... [se a pessoa tem pouco dinheiro, dependendo da quantidade, não tem muitas opções de aplicação além da poupança].

E por que eu confiaria em um Gestor pra controlar o meu dinheiro? É que o Gestor, além de viver pra isso, é um dos principais interessados no bom resultado do fundo, já que desse resultado ele tira o que é conhecido como taxa de administração, que é uma parte do rendimento do fundo que se tira pra pagar o próprio funcionamento do fundo.

Por fim, nos Fundos não existe garantia do Fundo Garantidor de Crédito - FGC. Eu que assumo o risco pelas minhas aplicações. Inclusive, se o Fundo tiver perda em algum momento (se eu aplicar 1000 reais e eles virarem 800, por exemplo), não tem NADA que me garanta essa perda de volta.

[classificações dos Fundos]
[impostos de renda]
[personagens do fundo]

Banco do Brasil

O Banco do Brasil - BB é o banco mais antigo do país. Ele foi criado lá em 1808 pelo rei Dom João VI e por muito tempo foi a autoridade monetária do Brasil, até março de 1986, quando deixou de existir a conta movimento.

A conta movimento dava direito ao BB de emitir moeda como bem quisesse, sem controle do Banco Central. Isso significava que o BB não precisava 'dar lucro', porque não existia como 'faltar dinheiro' pra ele, já que se faltasse, ele simplesmente fazia mais. Então, a partir de março de 1986 o BaCen passou a valer como única autoridade monetária.

O BB hoje é uma Sociedade Anônima (sendo que a União tem o controle acionário), é um banco múltiplo, é o maior banco da américa latina, e é O CARA quando se fala em crédito rural. Da mesma forma que quando se fala em crédito habitacional a gente lembra da Caixa, quando se falar em crédito rural (pra comprar trator, colheitadeira, gado, sementes, etc) a gente precisa lembrar do BB. Além disso, o BB ainda faz a função de agente financeiro do Governo Federal.