Alguns Pontos Importantes Sobre o Blog e o Respectivo Blogueiro

Pessoal, ontem comecei a escrever o post sobre o Open Market enquanto esperava dar a hora pra sair de casa, aí não deu pra escrever grandes coisas. De noite, quando cheguei em casa, faltou luz - e eu tive que ir dormir cedo me revirar até duas e meia, 3 horas da manhã até conseguir pegar no sono porque, afinal, é a hora que eu durmo normalmente.

Hoje, como todo mundo sabe, é domingo, e eu tenho que honrar compromissos sociais previamente acertados, vulgo ficar com a namorada, comer churrasco como todo bom gaúcho, etc... Mas é possível - eu diria provável - que hoje de noite eu continue escrevendo (isso a partir de umas 10 horas, que é a hora que eu chego da igreja).

Mas, graças a Deus, eu não estou sozinho, e o Eric adiantou o serviço sobre o Open Market nos comentários. Então não se turbe o vosso coração se eu não escrevi o texto, porque o Eric escreveu =D

Por que estou explicando tudo direitinho quanto aos meus planos em relação a esse blog? Porque percebi que tem bastante gente vindo aqui, querendo estudar o conteúdo e eu sei o quanto é chato o blogueiro sumir e não dar sinal de vida nenhum sobre o que ele está fazendo, principalmente deixando posts pela metade.

É isso, bons estudos,
Paztejamos

Operações de Mercado Aberto (Open Market)

As Operações de Mercado Aberto (também conhecidas como Open Market) são o instrumento mais eficiente de política monetária, aquele que a economia sente efeito mais rápido.

Para entender seu funcionamento, é primeiro aconselhavel que se entenda o que são Títulos Públicos.

Funciona assim: quando o BaCen acha que precisa tirar dinheiro da economia (por exemplo pra conter a inflação) ele coloca títulos públicos a venda. Ao comprar esses títulos, a economia (ou seja, as pessoas, os bancos ou qualquer outra instituição) entrega dinheiro pro governo ao invés de gastar em produtos ou serviços. Quando ele faz isso, ele 'enxuga' a economia.

Por outro lado, quando o BaCen acha que existe pouca moeda na economia, ele começa a comprar títulos (os mesmos que ele já vendeu antes). Quando ele compra, as pessoas que venderam recebem dinheiro em troca do título, o que faz a economia ser 'inundada' de dinheiro.


Nas operações de Open Market, o BaCen usa em geral Títulos Públicos Federais (TPF), que são emitidos pelo Tesouro Federal [além disso ele usa títulos antigos emitidos pelo próprio BaCen, mas hoje em dia ele não pode mais emitir]. Mas a Constituição define que o BaCen não pode financiar o Tesouro Federal nem diretamente nem indiretamente. Então como ele faz pra conseguir esses títulos?

O BaCen pode comprar os TPF de outra entidade que já comprou TPF no Tesouro Federal. Mas isso não pode ser no mesmo dia, se não a regra caracteriza essa operação como "financiamento indireto". Por exemplo, se o Itau comprar TPFs do Tesouro segunda-feira, o BaCen só pode comprar esses TPFs do Itau terça, se não é financiamento indireto.

Além disso, no caso de os TPFs que o BaCen tem estarem pra vencer, o BaCen pode ir ao Tesouro Federal trocar os seus TPFs vencidos por novos. Portanto, se a prova perguntar se o BaCen pode ter fazer transferências com o Tesouro Federal no mercado primário - ou seja, na primeira negociação do título - a resposta é "sim, PODE".

Paztejamos

Depósito Compulsório

Depósito Compulsório é um procedimento usado para fazer política monetária. Para entendê-lo, primeiro é necessário entender o que é o dinheiro que agente usa hoje.

[O que é dinheiro?]

O Depósito Compulsório serve para conter algo conhecido como "poder multiplicador dos bancos". O poder multiplicador dos bancos é algo bem simples. Vamos supor que o Almir vai no Itau e deposita R$1000. Logo em seguida o Bruno também vai no Itau e pega um empréstimo de R$1000. Evidentemente ele não sai com 1000 na mão, ele deixa na conta dele, no Itau mesmo. Portanto, com os R$1000 que o Almir depositou no Itau, o Itau conseguiu fazer 2000: 1000 na conta do Almir e 1000 na conta do Bruno.

Evidentemente se não houver uma regra quanto a isso, o Itau pode criar dinheiro a vontade, tendo apenas uma pequena porção em caixa.

Para travar isso, o BaCen define que determinada porcentagem de cada operação feita no Itau deve ser depositada numa conta que o Itau abre no BaCen, chamada Conta Reservas Bancárias. Esse depósito que é o tal de Depósito Compulsório. Assim, no nosso exemplo, supondo que o Compulsório é de 50%, quando o Almir deposita R$1000 no Itau, o Itau se obriga a colocar R$500 no BaCen. Aí quando o Bruno pega o empréstimo, ele só pode pegar R$500, e ao fazê-lo, o Itau deposita mais R$250 no BaCen. Assim o BaCen controla a quantidade de moeda na economia.

Paztejamos

Breve Resumo Sobre o que é Dinheiro

Já parou pra se perguntar por que o dinheiro é feito de papel? E por que uma nota de 5 reais vale exatamente 5 reais e um papel onde eu escrever "5 reais" não vale nada?

Na verdade o dinheiro já foi muitas coisas. O dinheiro já foi sal, já foi roda, já foi até boi... Mas, imagina se eu quisesse comprar alguma coisa que custasse o valor de 3 bois, eu teria que levar meu boi até a loja e trocá-lo pela mercadoria? E se ele morresse no meio do caminho... seria um prejuízo. Além disso, e alguma coisa que valesse mais que 2 bois e menos que 3 bois? como eu faria pra entregar 2,5 bois pela mercadoria?

Conforme a necessidade por trocas ia aumentando ao longo da história os homens foram trocando de moeda para adequá-la a sua necessidade. Até que chegaram no ouro como unidade monetária. No começo o ouro era carregado pra lá e pra cá. Mas isso trouxe alguns problemas como o medo de ser roubado e o problema de carregar muito peso (ouro é pesado, oras).

Para resolver isso, alguns homens começaram a criar armazéns onde as pessoas poderiam levar seu ouro e deixá-lo guardado lá, recebendo em troca um recibo. Esses eram, enfim, os precursores dos bancos de hoje em dia. Já os recibos eram conhecidos como papel-moeda.

Ao longo do tempo esses "banqueiros" começaram a se dar conta que, com a facilidade que as pessoas tinham em trocar os recibos por mercadorias sempre que quisessem, esqueciam que o seu ouro estava estocado, dando valor especificamente ao papel. Portanto, o ouro estocado ficava guardado ali praticamente para sempre. Por causa disso, os banqueiros começaram a dar recibos indiscriminadamente, sem de fato ter ouro suficiente para entregar pelo recibo. Logo, se, por exemplo, todos as pessoas que tivessem recibo do banco X, onde o ouro tivesse sido estocado, fossem buscar seu ouro em troca dos recibos, não haveria ouro para todos, visto que havia mais dinheiro em recibos do que em ouro. Isso é conhecido hoje como "poder multiplicador dos bancos". Quando esses banqueiros emitiam recibos sem lastro (ou seja, sem ouro que o valide), estavam emitindo moeda.


Conforme o tempo passou, esse sistema foi sendo elaborado e aperfeiçoado, até que hoje os recibos não são mais recibos, são cédulas de dinheiro e o nosso dinheiro não é mais lastreado em ouro, mas em dólar. Porém, o poder multiplicador dos bancos permanece e, para que não haja risco de todo mundo descobrir que não existe dinheiro pra todo mundo, existem regras que os bancos precisam cumprir.

Assim, dinheiro é algo como uma grande mentira em que todo mundo acredita. Enquanto todo mundo acredita, a confiança no Sistema se mantém. O Sistema não pode correr o risco de perder a confiança, chamado Risco Sistêmico, porque no dia que todo mundo desacreditar, todo mundo corre pro banco pra sacar o seu dinheiro e guardar debaixo do colchão. Só que quando chegar lá, vai perceber que não existe dinheiro impresso pra todo mundo.

[ o que não ficar claro me digam... percebo que fui confuso em alguns pontos .. além disso, quem souber explicar de uma forma melhor, fique a vontade, sou bem enrolado nesse assunto ]

Paztejamos

Banco Central

O Banco Central - BaCen (ou BC) é o principal órgão executivo/fiscalizador do Sistema Financeiro Nacional (caso a prova pergunte). Na verdade, ele é quem fiscaliza TODAS as instituições financeiras e mais algumas. O BaCen é a principal autarquia federal responsável por fiscalizar/executar as normas do CMN - a outra é a CVM, a quem compete apenas os assuntos relativos a mercado financeiro.

É importante citar que o responsável direto pela política monetária e câmbial no Brasil é o BaCen, sendo que o CMN dá apenas "diretrizes gerais". Além disso, ele é a única autoridade monetária do país.

[O que significa ser autoridade monetária?]

Para que o BaCen desempenhe seu papel, ele usa de 3 instrumentos de política monetária. Existem outros, mas para nossa prova, bastam os 3 básicos:
As políticas monetárias servem pra controlar a inflação principalmente. Além disso, servem pra suprir as necessidades das instituições financeiras, financiar a dívida pública, entre outras finalidades [não é tão necessário entender todas as finalidades das políticas monetárias, apenas a principal que é controlar a inflação... depois posso escrever um texto que detalhe melhor as finalidades que eu sei, aí alguém pode comentar o que pode melhorar, sei lá].

Outra coisa importante de citar é sobre a diretoria do BaCen. Ela é composta de 8 diretores e 1 presidente. Esses diretores (inclusive o presidente) são indicados pelo Presidente da República e passam por uma sabatina feita pelo Senado antes de assumirem.

Essa sabatina é como se fosse uma prova oral, onde os senadores vão fazendo perguntas e o diretor indicado vai respondendo (procurem a sabatina do último presidente do BaCen, Alexandre Tombini, tem no youtube). A sabatina é uma ordem dada pela Constituição federal.

Essa diretoria do BaCen também é a responsável pelo Comitê de Política Monetária - o COPOM.

Paztejamos

O que significa ser autoridade monetária?

A Autoridade Monetária é aquela responsável por emitir moeda. No Brasil o responsável por isso é o Banco Central - BaCen.

Emitir moeda não é a mesma coisa que fabricar moeda. Fabricar moeda é fazê-la direitinho, com as normas especificadas, garantidas, permitindo que, quando o BaCen quiser, ele possa emití-la.Quem fabrica moeda, no Brasil, é a Casa da Moeda. A Casa da Moeda é responsável pela impressão, por exemplo, das notas de 2 reais, 5 reais, moedas de centavos, etc.

Já a emissão da moeda é colocar o dinheiro na economia. Como se faz isso? Com investimentos públicos, ou pagando o salário dos funcionários públicos, ou comprando Títulos Públicos Federais... esses são apenas exemplos.

Paztejamos

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES é um banco com carteira de desenvolvimento que tem um nome auto-explicativo: visa o desenvolvimento Econômico (financia a parte industrial) e Social (apoia obras sociais, empresta pra projetos que visem o desenvolvimento de uma região menos favorecida, etc).

É importante destacar que, apesar de o BNDES ter carteira de desenvolvimento, ele não é um banco de desenvolvimento, visto que a regra obriga que bancos de desenvolvimento sejam estaduais.

O BNDES é subordinado ao BaCen quando faz papel de banco, emprestando dinheiro, mas normalmente ele é subordinado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDIC).

Mas como funciona o financiamento que o BNDES faz? Existe agência do BNDES pra atender as pessoas? Não. Para explicar, vamos supor que eu criei um projeto de música num bairro carente. Mas para isso, eu preciso de dinheiro pra comprar os instrumentos - se o bairro é carente as pessoas não vão ter dinheiro pra comprá-los sozinhos. Então, para pegar um financiamento com o BNDES, eu vou num banco, por exemplo o Banco do Brasil, e peço que eles consigam um financiamento com o BNDES. O BB vai me avaliar, vai avaliar meu projeto, vai ver se é viável e, se ele aceitar, aí sim ele vai no BNDES pedir o dinheiro. Lá no BNDES eles vão olhar pra ver se é interessante pro BNDES emprestar pro meu projeto. Se sim, o BNDES repassa o dinheiro pro BB que repassa pra mim. Importante nessa história é que, o financiamento é 'indireto' - o risco da operação é o do BB. Portanto, caso eu dê um calote no BB, ele é obrigado a pagar o BNDES.

Outra coisa importante é que o BNDES faz financiamento com taxas baixas, com taxa zero e a fundo perdido. Taxa zero significa que não vou pagar juros nenhum; Financiamento a fundo perdido é que eu não preciso devolver o dinheiro.


Então, no meu exemplo da escola de música, o BNDES pode julgar que o meu projeto é algo de interesse público e não me financiar a fundo perdido.


Por fim, o BNDES tem uma subsidiária chamada BNDESPAR. Ao que me parece, essa BNDESPAR é um 'jeitinho brasileiro' para o BNDES fazer investimentos em empresas. O BNDESPAR compra ações de empresas que julga interessantes.

Paztejamos

Código de Defesa do Consumidor - Vídeos

Fiquei muito grato com a participação dos primeiros seguidores desse blog: o Eber, o Max e o Eric. O Eric deixou esses vídeos sobre o CDC para olharmos. Os vídeos tratam de todo o código, mas já é uma ajuda aos estudos, muito bem vinda nesses últimos dias antes da prova.

Eu tentei colocar os vídeos disponíveis no próprio blog aqui agora mas deu problema. Não sei se o problema é no blogger ou no youtube, ou nos dois, ou em mim mesmo xD mas não consegui colocar os vídeos. Portanto, vou colocar os links dos vídeos e depois eu tento de novo.

Os primeiros 4 são um programa só, dividido em 4 partes de 10 minutos cada.

Princípios e Direitos do Consumidor - Parte 1:
http://www.youtube.com/watch?v=S7u7D6dSugs

Princípios e Direitos do Consumidor - Parte 2:
http://www.youtube.com/watch?v=pFKbYNyDcRA&feature=related

Princípios e Direitos do Consumidor - Parte 3:
http://www.youtube.com/watch?v=HJy9Dk6EQD8&feature=related

Princípios e Direitos do Consumidor - Parte 4:
http://www.youtube.com/watch?v=5NKlxchcBrc&feature=related

Os seguintes são o programa inteiro. Todos são baseados em trechos do CDC:

5 - Relação Jurídica de Consumo:
http://www.youtube.com/watch?v=XpBoZGHaNf0&feature=relmfu

6 - Responsabilidade no Código de Defesa do Consumidor (Art.12 ao Art.25):
http://www.youtube.com/watch?v=2b0ew1QTNnM

7 - Publicidade( Art.30 ao Art.38):
http://www.youtube.com/watch?v=cvAunbiDc6A&feature=related

8 - Práticas Abusivas:
http://www.youtube.com/watch?v=LQwXz7OrrL4&feature=relmfu

9- Cobrança de Dívidas:
http://www.youtube.com/watch?v=ux-qQCb72ls&feature=relmfu

Fique atento com os vídeos 8 e 9. Segundo o Eric, são vídeos mais importantes pra nós.

Coloquei todos os vídeos disponíveis aqui. Espero que sejam úteis. Esses vídeos da TV Justiça são sempre bem interessantes. Eu assistia a uns de um programa chamado "Saber Direito", que aconselho olhar também.

Paztejamos

Fundo Garantidor de Crédito

O conteúdo desse blog está aos poucos sendo migrado, e essa página já pode ser encontrada em http://jeangamboa.blogspot.com.br/2015/05/fundo-garantidor-de-credito.html.

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O Fundo Garantidor de Crédito - FGC, é um fundo criado com o objetivo de garantir que, se um banco quebrar, os correntistas daquele banco não vão ficar sem dinheiro. Esse fundo não foi criado pelo governo, mas pelos próprios bancos e outras instituições financeiras.

O Fundo Garantidor de Crédito garante até R$250.000,00 por CPF do dinheiro depositado em:
  • depósitos a vista ou sacáveis mediante aviso prévio;
  • depósitos em contas-correntes de depósito para investimento (? - não sei ques contas são essas);
  • depósitos a prazo (CDB/RDB);
  • depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares (? - não sei ques contas são essas);
  • letras de câmbio, imobiliárias, hipotecárias e de crédito imobiliário (letras em geral, eu diria);
Outra coisa importante é que o FGC não garante o dinheiro de entidades que compartilham a totalidade dos seus fundos em cotas, como cooperativas ou fundos de investimento. Isso porque, se essas instituições quebrarem, elas não apresentam risco para todo o SFN, já que não são atreladas umas às outras. Fique atento para não confundir Fundos de Investimento com Bancos de Investimento, porque os bancos sim são garantidos pelo FGC.
    Mas a principal confusão que o FGC cria em provas tem a ver com contas conjuntas. Isso porque as contas conjuntas tem um sistema muito chato para divisão do dinheiro garantido.[eu não sei direito como faz essa divisão :S preciso estudar isso :S]

    Paztejamos

    Fiança Bancária

    O conteúdo desse blog está aos poucos sendo migrado, e essa página já pode ser encontrada em http://jeangamboa.blogspot.com.br/2015/05/fianca-bancaria.html.

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    Fiança Bancária é quando um banco é o fiador. O banco assume essa obrigação sempre por escrito - através de uma carta de fiança - e ela pode ser total ou parcial, ou seja, pode cobrir toda ou apenas uma parcela da dívida. Outro destaque é que na Fiança Bancária há benefício de ordem, portanto o credor deve cobrar primeiro pro devedor e depois sim para o banco.


    As entidades que podem fazer Fiança Bancária são:
    • instituições financeiras bancárias (ou seja, que captam depósito a vista);
    • bancos de investimento;
    • bancos de desenvolvimento;
    • sociedades de crédito imobiliário;
    • companhias hipotecárias;
    • agências de fomento.
    [Existem algumas proibições da Fiança Bancária, depois eu especifico elas.]

    Dependendo da situação, existem tipos de Fiança Bancária. São eles:
    • Bid Bond;
    • Performance Bond;
    • Advance Payment Bond;
    • Refundment Bond.
    Paztejamos.

    Hipoteca

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    Hipoteca é um tipo de Garantia Real em que um bem imóvel é dado em garantia. Além dos bens imóveis, podem ser dados em hipoteca Navios, Aviões, Estradas de Ferro, Minas e Pedreiras (apesar de estradas de ferro, minas e pedreiras serem imóveis, é bom citar porque parece algo inusitado). A Hipoteca tem que ser registrada no Cartório de Registro de Imóveis onde o imóvel está registrado.

    Na hipoteca o devedor continua com a propriedade do bem dado em garantia. Já a posse pode variar: o dono de um imóvel dado em hipoteca pode, por exemplo, vender seu imóvel. Porém, o comprador deve estar ciente que, caso a dívida não seja paga, o imóvel será leiloado. Caso o comprador não esteja ciente, pode entrar na justiça (e vai ganhar na certa).

    Paztejamos

    Penhor

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    Eu não conheci ninguém até hoje que tenha dado algo em Penhor. Mas já vi filmes de pessoas empenhando ou penhorando seus bens para pagar alguma coisa mais cara.

    Nos filmes em que isso aparece, em geral, são pessoas ricas que ficam pobres e vão até o banco dar suas jóias em penhor para tirar algum dinheiro. Por exemplo, se a jóia vale R$1000, a pessoa pega R$900 e deixa a jóia no banco. Se ela não trazer o dinheiro de volta no prazo estipulado (por exemplo 1 mês), a jóia é leiloada pra recuperar o dinheiro.

    Claro que nesse tipo de filme o objetivo é fazer uma "venda", conseguir o dinheiro em troca da jóia. Mas na teoria, o objetivo do Penhor é pegar a coisa dada em garantia de volta assim que arrumar o dinheiro.

    No Brasil o Penhor comum é feito exclusivamente pela Caixa Econômica Federal - CEF, ou seja, a Caixa tem o monopólio do Penhor.

    Em situações de penhor rural, mercantil, industrial ou de veículos, o devedor pode ficar com a coisa empenhada. Por exemplo, se eu der em garantia 20 cabeças de gado, eu não vou levar as 20 cabeças lá na Caixa pra eles guardarem enquanto eu fico com o dinheiro.

    Um detalhe importante: se o credor perder ou estragar a coisa penhorada, o credor tem que pagar indenização para o devedor.

    Paztejamos

    Alienação Fiduciária

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    Alienação Fiduciária é um nome feio pra uma coisa extremamente conhecida. Todo mundo sabe como acontecem os financiamentos de automóveis: faz-se o contrato, paga-se as prestações e espera-se até que seja contemplado. Enquanto estou pagando as prestações e não fui contemplado, eu não tenho nem a propriedade nem a posse do veículo. Depois de contemplado eu passo a ter a posse, mas só vou ter efetivamente a propriedade quando terminar de pagar as prestações do financiamento.

    E onde entra a alienação fiduciária nessa história? Todos sabemos que, se deixarmos de pagar as prestações, a concessionária pode solicitar que o carro seja tirado da gente. Pois bem, o carro então é garantia de que vamos pagar tudo, e está no regime de Alienação Fiduciária.

    Em termos práticos, sempre que eu não tenho a propriedade de algo dado em garantia, é porque é Alienação Fiduciária. Até porque é isso que diz o nome: Alienar significa se desfazer, tirar pra fora, não ter mais a ver com aquilo. Fiduciário deriva de Fidelis, que quer dizer "fidelidade", "de confiança". Portanto, na alienação fiduciária, eu dou meu bem em garantia para o credor do negócio até pagar tudo que devo, e tomo de volta assim que pagar tudo.

    Importante que até pouco tempo atrás, se, por exemplo, a pessoa passasse adiante o carro que tinha dado em garantia - coisa bem comum de se ver em anuncios de jornal - ela era considerada um "infiel depositário" e ia presa. Hoje em dia ela até é considerada "infiel depositário", mas não vai mais presa. A única prisão civíl - que não tem julgamento, vai preso até resolver o problema - atualmente é por pensão alimentícia. Essa é uma possível questão pega ratão nas provas.

    Paztejamos

    Comentário do Código de Defesa do Consumidor Bancário - Resolução do CMN nº 3694/09

    O Código de Defesa do Consumidor Bancário - CDCB teve uma alteração brusca em 2009 com a Resolução 3694/09 do CMN. Antigamente o CDCB era regido pela Resoluções 2878 e 2892 de 2001, que eram bastante extensas e com prazos para operações definidas objetivamente. Com a resolução 3694, revogaram-se as Resoluções 2878 e 2892 e o CDCB ficou limitado a 5 artiguinhos pequenos com algumas poucas explicações de como as operações bancárias devem ser.

    Os CDCBs antigos caíram nas últimas provas do BB (mesmo revogados), mas no edital para a minha prova - Rio Grande do Sul, 2011 - consta apenas a Resolução 3694, portanto NÃO PODEM CAIR AS OUTRAS! (caso caia, podemos recorrer!).

    Dadas as explicações iniciais, vamos ao estudo:


    O CDCB diz que as instituições fiscalizadas pelo BaCen são obrigadas a dar as informações necessárias pra que o cliente possa escolher se quer ou não o produto ou serviço oferecido, inclusive explicitando no contrato as partes que falam sobre deveres, responsabilidades e penalidades do usuário. Além disso, essas instituições são obrigadas a fornecer cópia de tudo que o cliente possa assinar ou precisar para reclamar depois (como recibos, contratos, comprovantes, etc...). Além disso essas instituições são obrigadas a escrever seus contratos de forma clara para que o cliente possa entender o que está lendo e identificar os prazos, multas, datas, locais, etc.


    Outra coisa que as instituições fiscalizadas pelo BaCen são obrigadas a fazer é divulgar, em suas dependencias e nos lugares onde seus produtos são vendidos, as situações em que eles podem negar o recebimento de pagamentos, cheques, cobranças, etc. (por exemplo com cartazes ou com aqueles papeizinhos que agente pega, informando as características dos produtos), isso porque essas instituições não podem negar ou dificultar o atendimento aos clientes, inclusive em guichês de caixa, mesmo se houver caixa eletrônico, a não ser que seja um lugar exclusivamente eletrônico (como aqueles terminais eletrônicos em supermercados) ou que o contrato preveja uma forma específica de cobrança.

    Quanto a essa última possibilidade, de o contrato prever uma forma específica - não convencional - de prestar o serviço, a norma diz que até pode existir, mas desde que a prestadora do serviço avise o cliente quanto aos riscos e preserve a integridade/confiança/segurança/sigilo nas operações, assim como a legitimidade do serviço prestado.

    É isso. Bons estudos =D
    Paztejamos

    Pessoal, Divulguem o Blog! =D

    Pessoas, tenho tentado manter o blog atualizado escrevendo no mínimo um pouco sobre cada assunto daquilo que já sei, quando não estudei nada de bancários/atendimento no dia (sim, porque ainda tenho que aprender atualidades, informatica, matematica e portugues se quiser passar). Assim, revejo o conteúdo, além de me aperceber sobre o que eu ainda não sei.

    Percebo pelos dados captados pelo Google Analytics que um número relativamente bom de pessoas tem visitado esse blog diariamente e permanecido 5, 10, 15, 30 minutos por aqui, o que significa que tem gente estudando por aqui - coisa boa, já que esse é o objetivo.

    Só que esse blog não recebe comentários dos visitantes. E é crucial que as pessoas comentem, já que a partir dos comentários posso escrever e buscar conhecimento sobre esse e não aquele assunto. Portanto o meu pedido é esse, DIVULGUEM O BLOG para seus amigos, concorrentes, grupo de estudo, etc... assim poderemos ter um conteúdo bem desenvolvido e atualizado, tentando sempre manter a camaradagem e linguagem fácil, ajudando todo mundo a entender o conteúdo.

    Paztejamos

    Entidades Fechadas de Previdência Complementar

    As Entidades Fechadas de Previdência Complementar - EFPC, ou Fundos de Pensão, ou Entidades Fechadas de Previdência Privada (tanto faz o nome) - são as administradoras de Planos de Previdência Complementar disponível exclusivamente para um grupo específico.

    Exatamente por estarem disponíveis exclusivamente para um grupo específico que são chamadas "Fechadas".

    Fique atento: o nome "fundo de pensão" é um criador de confusão. Precisamos distinguir claramente as entidades dos planos de benefícios administrados por elas.

    Os planos são criados por empresas, clubes, entidades representativas de classe, etc., e são divididos em:
    • Instituidores;
    • Patrocinadores.
    Os Patrocinadores são aqueles que, para cada real investido no plano pelo participante, a instituição entra com uma porcentagem. Assim, o patrocinador além de instituir o plano, contribui para com ele.

    Já os Instituidores apenas criam o plano e permitem que os participantes coloquem seu dinheiro lá, sem contribuir com dinheiro nenhum.


    Tomemos cuidado também com o seguinte: além dos participantes - as pessoas que efetivamente fazem parte do plano de previdência - podem haver beneficiados assistidos. Os assistidos são aquelas pessoas que estão como dependentes do participante, ou que recebem a previdência do participante no caso de ele não poder receber (por exemplo, no caso de estar morto).

    Paztejamos

    Leasing Operacional

    O Leasing Operacional é uma modalidade de Arrendamento Mercantil que, ao contrário do que todo mundo diz, são restritas às Sociedades de Arrendamento Mercantil e aos Bancos Múltiplos com essa carteira (portanto, o fabricante do bem não pode fazer leasing operacional!).

    Em geral o que acontece, aparentemente, é que o banco ou sociedade de arrendamento (arrendadora) arrenda o bem para uma empresa contratante (arrendatária) que o utiliza durante um tempo determinado no contrato, podendo inclusive prestar a manutenção do bem caso conste no contrato. No fim do contrato, caso a contratante queira continuar o negócio, a arrendadora pega o bem (não existe venda pelo Valor Residual Garantido - o arrendatário tem a opção de comprar mas apenas pelo valor de mercado) e o substitui por um mais moderno (decorrido o tempo do contrato, é de se esperar que o bem do início do contrato já esteja defasado).

    O prazo do contrato pode ser de no máximo 75% da vida útil do bem e no mínimo 90 dias, sendo que o valor das contraprestações (as parcelas) não pode ultrapassar 90% do custo do bem.

    Detalhe: quem duvidar das informações acima procure a resolução 2309 do CMN. Lá estão as características do Leasing Operacional. Cuidado com o que lê nas apostilas e até em livros conhecidos, porque essa parte está ERRADA!

    Paztejamos

    Lease-Back

    O Lease-Back (ou Leasing de Retorno) tem as mesmas características essenciais do Leasing Financeiro, mas aqui eu já tenho a posse do bem.

    Funciona assim: A empresa do Almir, por exemplo, tem um bem que representa "dinheiro parado" - por exemplo, um prédio. O que ele faz? Vende esse prédio para uma Sociedade de Arrendamento Mercantil num contrato especial em que essa venda dá direito ao Almir de arrendar esse prédio de volta. Dessa forma o Almir:
    1. Não perde o prédio e pode continuar usando-o da mesma forma;
    2. Ganha capital de giro para "tocar" sua empresa.
    Essa "venda" com um contrato especial na verdade é um Lease-Back. O exemplo foi baseado na empresa do Almir justamente pelo fato de que o Lease-Back não pode ser feito por pessoas físicas, só juridicas.

    Paztejamos

    Leasing Financeiro

    O Leasing Financeiro é aquele do exemplo descrito no link sobre Arrendamento Mercantil. Nele eu fecho um contrato com um Arrendador que manda que ele adquira um bem que eu vou arrendar. No fim do contrato eu tenho o direito de:
    • Renovar o contrato;
    • Comprar o bem;
    • Não comprar o bem.
    No caso de eu decidir comprar o bem, pago apenas o Valor Residual Garantido, que é o valor total do bem menos o valor que eu paguei em prestações durante o contrato.

    Nessa modalidade de Leasing o prazo mínimo do contrato deve ser de 2 anos para bens com vida útil inferior a 5 anos e 3 anos para os demais.

    Paztejamos

    Arrendamento Mercantil

    O Arrendamento Mercantil - também conhecido por Leasing - é uma operação que, pelo menos para mim, é um misto entre aluguel e financiamento.

    Existem 3 tipos:
    A idéia fundamental é a seguinte: eu fecho um contrato com uma Sociedade de Arrendamento Mercantil pelo qual eu "alugo" um bem - por exemplo, um carro - dela por um tempo determinado, pagando um valor X. Ao final desse período eu posso optar por comprar esse bem por um determinado valor, já definido no contrato, descontando o dinheiro que eu já paguei durante o meu período de aluguel. Em resumo, se o bem vale 12.000R$ e eu usei ele durante 10 meses pagando parcelas de 500R$, ao fim do contrato, se eu quiser comprá-lo, eu pago apenas 7000R$ por ele, já que desconto do valor total as 10 parcelas 500R$. Esse valor que sobra - que no nosso exemplo é 7000R$ - se chama Valor Residual Garantido.

    É importante destacar que o contrato não pode ser quitado antes do tempo estipulado. Portanto, se eu fechar um contrato de 24 meses, e quiser quitar lá pelo décimo quinto mês, eu não posso. Caso eu o faça, a operação deixa de ser arrendamento mercantil e se torna uma venda a prazo. Outro ponto relevante é que, como não é uma operação financeira, no Arrendamento Mercantil não é cobrado IOF.

    O contrato de Arrendamento pode ainda definir se o pagamento de seguro (se houver) e a manutenção do bem ficam por conta do Arrendador (quem "vende") ou do Arrendatário (quem "contrata"). Para pessoas juridicas o gasto que se tiver com o bem arrendado relativos ao seguro/manutenção podem ser deduzidos do Imposto de Renda.

    Paztejamos

    Produtos e Serviços Financeiros

    O Sistema Financeiro Nacional tem uma gama razoavelmente grande de Produtos e Serviços. A parte do edital do BB que diz o conteúdo cobrado coloca os seguintes assuntos:
    • Depósito a vista;
    • Depósito à prazo (CDB e RDB);
    • Letras de Câmbio;
    • Cobrança e Pagamento de Títulos e Carnês;
    • Trasnferências Automáticas de Fundos;
    • Commercial Papers;
    • Arrecadação de Tributos e Tarifas Públicas;
    • Home/Office Banking;
    • Remote Banking;
    • Banco Virtual;
    • Dinheiro de Plástico;
    • Conceitos de Corporate Finance;
    • Fundos de Investimento;
    • Hot Money;
    • Contas Garantidas;
    • Crédito Rotativo;
    • Desconto de Títulos;
    • Financiamento de Capital de Giro;
    • Vendor Finance/Compror Finance;
    • Arrendamento Mercantil (leasing);
    • Financiamento de Capital Fixo;
    • Crédito Direto ao Consumidor;
    • Crédito Rural;
    • Caderneta de Poupança;
    • Financiamento à Importação e à Exportação - Repasses de Recursos do BNDES;
    • Cartões de Crédito;
    • Títulos de Capitalização;
    • Planos de Aposentadoria e Pensão Privados;
    • Planos de Seguros.
    Esse é um conteúdo que, como dá pra ver, é bastante desconexo. Alguns dos assuntos listados são de fato assuntos que devem ser tratados sozinhos (como fundos de investimento, CDB, RDB, depósito a vista, leasing ou poupança...), mas outros PRECISAM ser tratados em conjunto (como Arrecadação de Tarifas Públicas, onde dependendo do serviço existe Imposto de Renda, IOF e afins). Enfim... vou tentar colocar as coisas da melhor forma possível.

    Outra coisa, o tópico de Trasnferências Automáticas de Fundos é, na verdade, de forma camuflada, o Sistema de Pagamentos Brasileiro. A idéia é poder perguntar sobre DOC ou TED na prova - pelo menos é o que eu consigo inferir. Portanto vou colocar o link desse tópico para o SPB.

    Paztejamos

    Superintendência de Seguros Privados

    A Superintendência de Seguros Privados - SUSEP- é uma autarquia federal e é o órgão responsável por fiscalizar e executar as normas do CNSP relativos a:
    • Seguros Privados;
    • Resseguros;
    • Previdência Privada Aberta;
    • Títulos de Capitalização.
    Lembrando que a SUSEP não regula seguros de saúde, que são atribuição da ANS.

    A SUSEP tem uma diferença em relação ao BaCen e a CVM porque seus diretores não passam por sabatina.

    A diretoria da SUSEP é composta pelo Superintendente - que é o presidente - e mais 4 diretores. Além disso, o Secretário-Geral e o Procurador-Geral participam das reuniões, mas sem direito a voto.

    [como funciona? indicados pelo Presidente?]

    Têm sua sede no Rio de Janeiro.

    Paztejamos

    Superintendência Nacional de Previdência Complementar

    Por mais que tenha esse nome, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar tem a sigla PREVIC. Por favor não confunda com a PREVI, que é o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil - que aliás é fiscalizado pela PREVIC.

    A expressão Fundo de Pensão é uma forma mais fácil de designar as Entidades Fechadas de Previdência Complementar. De fato, a PREVIC funciona exclusivamente para fiscalizar e executar as normas do CNPC relativas a fundos de pensão. Portanto, se tentarem ligar a PREVIC a qualquer coisa que não seja "fundos de pensão" (ou "Entidades Fechadas de Previdência Complementar" - que é a mesma coisa), está errado. PREVIC é só fundo de pensão, assim como CNPC.

    Uma das coisas importantes dentro da legislação da PREVIC que é peculiar e pode ser perguntado é que, segundo a lei, é função da PREVIC harmonizar as atividades das EFPC com as políticas de desenvolvimento. De fato, esse não parece o propósito dos fundos de pensão (cuja principal finalidade é pagar a aposentadoria pros contribuintes), mas, provavelmente por algum motivo político, na hora da criação da lei colocaram isso.

    Lembrando que, por mais que o CNPC controle as atividades relativas a Previdência Privada, as aplicações do dinheiro em posse das EFPC são regidas pelo CMN, já que é uma funcionalidade financeira (e qualquer ação financeira é regida pelo CMN).

    Paztejamos

    Comissão de Valores Mobiliários

    A Comissão de Valores Mobiliários CVM é encarregada de trabalhar com tudo que tenha a ver com Mercado Financeiro. Ela é o órgão executivo que fiscaliza e executa as normas do CMN relativas a:
    • Bolsas;
    • Balcões;
    • Fundos de Investimento;
    • Clubes de Investimento;
    • Corretoras (e Distribuidoras) de Títulos e/ou Valores Mobiliários.
    A CVM têm sua diretoria composta de 1 presidente e 4 diretores, com mandatos de 5 anos intercalados. Funciona conforme a figura:

    Podemos ver que o diretor 1 trabalha tem seu mandato do ano 0 ao ano 5; o diretor 2 do ano 1 ao 6; o diretor 3 do ano 2 ao 7; e assim por diante. Quando o mandato do diretor 1 terminar no ano 5, entra outro em seu lugar. A mesma coisa vai ocorrer com os outros diretores. Lembrando que, para assumirem, os diretores são indicados pelo Presidente da República e sabatinados pelo Senado, norma que consta em lei ordinária (no BaCen essa norma consta na Constituição).

    A CVM obriga que as companhias façam auditorias trimestrais, e se importa apenas que as informações prestadas sejam confiáveis. Então se a empresa estiver quebrando ela não se importa, contando que seu balanço seja divulgado de maneira confiável (se a empresa mentir nas informações prestadas a CVM se importa).

    Paztejamos

    Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros Privados, de Previdência Privada Aberta e de Capitalização

    Esse BAITA nome é o nome completo do CRSNSP. Na verdade, acaba por designar exatamente o que ele faz - julga recursos relativos a:
    • Seguros Privados;
    • Resseguros;
    • Previdência Privada Aberta;
    • Títulos de Capitalização.
    Como esses assuntos são relativos a SUSEP, fica facil perceber que esse Conselho vai julgar os recursos interpostos contra a SUSEP, de maneira colegiada, em segundo grau, sendo a última instância administrativa.

    É uma reunião composta por:
    • Representante da SUSEP;
    • Representante do Ministério da Fazenda;
    • Representante da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE/MJ);
    • 3 Representantes de Entidades Representativas de Classe.
    As Entidades Representativas de Classe são:
    • Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização - FENASEG;
    • Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Capitalização - FENACOR;
    • Associação Nacional das Entidades Abertas de Previdência Privada - ANAPP;
    Como no CRSFN, os representantes são nomeados pelo Ministro da Fazenda e têm mandato de 2 anos com uma única recondução do cargo. [lista tríplice?]

    Paztejamos

    Próximos Estudos (3)

    Bom, hoje escrevi um pouco sobre garantias. Escrevi essencialmente sobre Aval e Fiança, garantias fidejussórias... logo tenho que preencher os outros tipos de garantia.

    Não estou revisando muito meus artigos depois de escritos, acho que conforme o blog (e seu conteúdo) crescem eu vou receber comentários sobre o que pode ser mudado (espero). Se não acontecer, bom, eu tenho que revisar mesmo assim porque logo é o concurso e eu quero estar preparado. Mesmo assim, enquanto estou fora tenho insights de como posso melhorar as coisas por aqui e quando volto tento manter tudo "bonito".

    Eu sei que não tenho sido sistemático nas minhas postagens, mas a idéia é essa mesmo (até porque por agora não tenho leitores, portanto não tenho demanda de "qual assunto é mais importante", o que acaba por me fazer postar conforme meu bom humor). Apesar disso, tenho tentado manter o ritmo, escrevendo no mínimo dois artigos por dia (mesmo assim tem dias que falho, eu sei :S).

    Tenho que ver se amanhã termino de ler e comentar a resolução do CMN sobre ouvidoria (to prometendo há horas) e o Código de Defesa do Consumidor Bancário (também outra resolução do CMN). O CDC original acho que vou comentar só mais tarde.

    Ainda falta o conteúdo de marketing e aí sim termina a parte de atendimento. Me pareceu bem pouca coisa a estudar, o que me deixa bem satisfeito. Na semana que vem prometo terminar as garantias e o Sistema de Pagamentos Brasileiro (pelo menos é minha meta).

    É isso. Vou dormir.
    Paztejamos.

    Fiança

    O conteúdo desse blog está aos poucos sendo migrado, e essa página já pode ser encontrada em http://jeangamboa.blogspot.com.br/2015/05/fianca.html.

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    Quem já passou pela experiência de alugar um imóvel sabe na prática o que a Fiança significa. As imobiliárias ou o proprietário do imóvel exigem um fiador no contrato de aluguel para que, caso o aluguel não seja pago, eles possam cobrar o aluguel aos fiadores.

    Fiança é um tipo de Garantia Fidejussória exclusiva para contratos. Diz-se que ela é acessória e subsidiária porque goza do benefício de ordem. O que isso quer dizer? O benefício de ordem é aquilo que determina que o(s) fiador(es) só deve(m) pagar pelo contrato caso o devedor não consiga saldar sua dívida. Por isso ela é acessória e subsidiária: porque não é necessária para o contrato, mas ajuda a garantir o cumprimento do mesmo.

    Além do benefício de ordem a fiança ainda gosa de outros 'benefícios':
    • O fiador pode se comprometer com apenas uma parte da dívida - chamada fiança limitada;
    • Os fiadores podem dividir as partes com que se comprometem (por exemplo, eu me comprometo com 40% e o Luiz com 60%). Essa é o chamado "benefício de divisão";
    • Os fiadores podem ter outros fiadores, chamados Sub-fiadores (também conhecido como co-fiador);
    • Os fiadores podem abrir mão do benefício de ordem, caracterizando uma fiança solidária;

    Se houver mais de um fiador e eles não combinarem uma divisão específica da fiança para cada um, os fiadores são 'solidários entre si', podendo qualquer um pagar pelo contrato, lembrando que sempre há o 'direito de regresso' ou 'benefício de subrogação', ou seja, depois de um dos fiadores pagar pelo valor do contrato, ele pode entrar na justiça para reaver esse dinheiro dos seus fiadores solidários, assim como do devedor original.

    Por fim, a fiança, como é feita exclusivamente em contratos, exige que esteja escrita numa cláusula à parte, só pra ela. Ou seja, não pode estar 'escondidinha lá no meio do texto. Tem que constar num trecho específico pra tratar sobre ela.

    Por favor não confunda essa fiança com aquele pagamento que se faz para que alguém saia da cadeia (que também se chama fiança). Não tem nada a ver.

    Paztejamos

    Garantias Reais

     O conteúdo desse blog está aos poucos sendo migrado, e essa página já pode ser encontrada em http://jeangamboa.blogspot.com.br/2015/06/garantias-reais.html.

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    Garantias Reais são aquelas que envolvem uma coisa física. É como se eu dissesse "fechamos negócio e se eu não pagar pode ficar com meu carro", por exemplo.

    Essas garantias são muito conhecidas pelos seus nome, mas ninguém sabe direito como funciona e inclusive existem mitos sobre o funcionamento delas.

    São divididas em 3 tipos:
    Pode haver na prova questões relativas a propriedade e posse do bem em cada um dos tipos de garantia.
    Mas o que é Posse e Propriedade?? Posse é ter o bem em mãos, pra poder desfrutar dele na hora, mesmo que não seja efetivamente teu. Já Propriedade é ser o dono legal do bem, mesmo que não possa desfrutar dele no momento (no caso de estar alugado, por exemplo).

    Para resolver isso, é util usarmos da seguinte tabela:

    Propriedade | Posse
    Sim             | Sim  -------- Hipoteca ou Penhor
    Sim             | Não -------- Hipoteca ou Penhor
    Não             | Sim  -------- Alienação Fiduciária
    Não             | Não -------- Alienação Fiduciária

    Outro ponto importante é o seguinte: um bem dado em garantia nunca é tomado pelo credor. O credor solicita que a justiça tome-o e leve-o a leilão para pagar a dívida. Se a dívida é de R$30.000, por exemplo, e o bem foi leiloado a R$45.000, os R$15.000 que sobraram são do devedor.

    Paztejamos

    Garantias Fidejussórias

    O conteúdo desse blog está aos poucos sendo migrado, e essa página já pode ser encontrada em http://jeangamboa.blogspot.com.br/2015/05/garantias-fidejussorias.html.

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    Fidejussória é uma palavra que deriva de Fidelis, do Latim, "Confiança". Assim, Garantias Fidejussórias são garantias em que uma pessoa de fora se compromete com o acerto. Essas garantias também são conhecidas como "Pessoais".

    É como se alguém dissesse, durante o acerto, "pode aceitar o negócio que se ele não pagar eu pago".

    Podem ser divididas em dois tipos:
    Sendo a Fiança passível de uma outra divisão mais específica, chamada Fiança Bancária.

    Paztejamos

    Aval

    O conteúdo desse blog está aos poucos sendo migrado, e essa página já pode ser encontrada em http://jeangamboa.blogspot.com.br/2015/05/aval.html.

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    Aval é uma forma de garantia dita "fidejussória", ou seja, "de confiança". É feita apenas em Títulos de Crédito (nunca em contratos).

    O aval nada mais é do que uma assinatura do Avalista (a pessoa que está dando o aval) no Título de Crédito. Quando a pessoa assina, significa que ela está dando suporte, apoio para o emissor do Título. É como se ela estivesse dizendo "se ele não pagar pode vir cobrar pra mim". Inclusive mais de uma pessoa pode ser avalista.

    É importante dizer que, para que uma pessoa casada seja Avalista, é necessário que seu conjuge aceite - conforme o novo Código Civil de 2003. Isso se chama Outorga Conjugal e se divide em duas:
    • Outorga Marital: quando o marido permite que a esposa seja avalista;
    • Outorga Uxória: quando a esposa permite que o marido seja avalista.
    Além disso, o aval tem uma característica muito 'sacana': nele não existe "benefício de ordem". Ou seja, quando o Título de Crédito vencer, o dono do Título pode diretamente cobrar para o emissor, ou pode cobrar direto para qualquer um dos avalistas (sem passar pelo emissor). Em outras palavras: vamos supor que eu passe um Título para você, tendo meu irmão como avalista. Quando o título vencer você pode ir atrás do meu irmão cobrar dele, em vez de vir falar comigo. Nesse caso você cobrou 'fora de ordem' (a ordem seria primeiro cobrar de mim, e caso eu não pagasse, cobrava do meu irmão), o que é válido, já que o aval não tem "benefício de ordem".

    Por causa do não benefício de ordem o Aval também pode ser dito como uma garantia "solidária" [em contraste à fiança, que é apenas subsidiária], além de "independente e autônoma", haja vista que o avalista adquire uma potencial dívida que não depende do não pagamento do devedor.

    Existem dois tipos de Aval:
    • Aval em Preto;
    • Aval em Branco.
    No Aval em Branco, o avalista simplesmente assina o título. Quando ele faz isso, subentende-se que o avalista é avalista do emitente (a pessoa que emite o título). Já no Aval em Preto - ou Aval Completo - o avalista escreve algo do tipo "sou avalista do José", por exemplo, explicitando que o nome da pessoa de quem ele é avalista. Essa diferença existe porque, apesar de o título ser emitido e entregue para o credor (aquele a quem se deve), o credor pode "passar o título adiante" para pagar alguma dívida sua.

    Então, por exemplo, o Almir emite um título para o Carlos tendo o Bruno como avalista. O Carlos, por sua vez, tem uma dívida com o Daniel. O Carlos, para pagar sua dívida, endossa o título para o Daniel. Mas o Daniel fica desconfiado que esse título não vale nada e pede que o Carlos arrume um avalista. O Carlos então procura o Eduardo, que avalisa o título. Para que o Eduardo possa ser avalista do Carlos, ele não pode simplesmente escrever sua assinatura no título, porque se o fizer, estará se colocando como segundo avalista do Almir. Portanto, para resolver esse empasse, ele escreve no título algo como "eu, Eduardo, sou avalista do Carlos". Nessa história o Bruno fez um Aval em branco e o Eduardo fez um aval em preto.

    Outro ponto passível de perguntas de prova é o Aval Parcial. O Aval Parcial é proibido pelo Código Civil, mas algumas leis internacionais "mais fortes" que o código civil faz valer o Aval Parcial para apenas 4 tipos de títulos. São eles:
    • Letras de Câmbio;
    • Nota Promissória;
    • Cheque;
    • Duplicata.
    Paztejamos

    Conselho Nacional de Seguros Privados

    O Conselho Nacional de Seguros Privados CNSP é o órgão normativo responsável por criar regras para as:
    • Sociedades Seguradoras;
    • Resseguradoras;
    • Sociedades Capitalizadoras;
    • Entidades Abertas de Previdência Complementar.
    Lembrando que o órgão fiscalizador/executivo correspondente subordinado ao CNSP é a SUSEP.

    O CNSP é uma reunião composta por:
    • Ministro da Fazenda (presidente);
    • Superintendente da SUSEP (vice-presidente);
    • Representante do BaCen;
    • Representante da CVM;
    • Representante do Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça;
    • Representante do Ministério da Previdência.
    Em caso de o Ministro da Fazenda não ir (ou de ir um substituto do Ministro da Fazenda) o Superintendente da SUSEP é que é o presidente do CNSP.

    Lembrando que há apenas um tipo de seguro que o CNSP não regula, o de saúde. Nesse caso, quem legisla é a ANS (Agência Nacional de Saúde).

    [sede?]
    [frequência?]

    Paztejamos

    Comentário do Decreto 6523.08

    O Decreto 6523 se baseia no Código de Defesa do Consumidor e regulamenta o SAC - Serviço de Atendimento ao Cliente. Como o assunto é bem restrito, esse decreto se limita e determinar as características que o SAC deve ter.

    Segundo esse decreto o SAC deve:
    - ser gratuito;
    - conter, em todos os menus a possibilidade de falar com pessoas, em vez de vozes eletrônicas;
    - conter, em todos os menus a opção de "cancelar" o serviço;
    - funcionar sempre (24 horas, 7 dias por semana);
    - ser regido pelos princípios de boa fé, transparência, eficiencia, eficácia, celeridade e cordialidade (em outras palavras: a pessoa que ligar deve ser bem atendida, recebendo todas as informações que pedir);
    - ser um serviço prestado por atendentes treinados;
    - permitir que todos os atendentes tenham a atribuição de receber reclamações e fazer cancelamentos (para garantir que não fiquemos no infinito troca-troca de atendentes sem conseguir reclamar ou cancelar nosso serviço);
    - garantir, em caráter preferencial, o acesso a deficientes, auditivos e de fala, podendo inclusive fornecer número específico para eles;
    - concluir o atendimento, para então desligar (portanto, nada de "cair a ligação" no meio do atendimento);
    - atender ao cliente sem pedir dados previamente;
    - conter seu número em todos os documentos, materiais impressos entregues ao consumidor, e na página da empresa na INTERNET;
    - em caso de serviços prestados conjuntamente, ter apenas um canal de atendimento das demandas, mesmo que por vários números (os números devem, por exemplo, cair na mesma central, ou terem as mesmas atribuições de atendimento as demandas - a idéia é não permitir ao atendente dizer "esse problema não é eu que resolvo, liga pro outro número");
    - ser de maneira a atender a demanda imediatamente. Caso seja necessário transferir para outro atendente, que seja feito em até 60 segundos e que seja uma só transferência que já permita resolver o problema;
    - perguntar apenas uma vez o problema do consumidor, fazendo imediatamente o registro;
    - manter os dados do consumidor registrados em sigilo, usando apenas para os fins do atendimento.
    - registrar o pedido de cancelamento imediatamente, com efeito imediato, ainda que seu processamento técnico necessite de prazo, independente de seu "adimplemento contratual" (tenho que pesquisar o que é isso!);
    - remeter o comprovante de cancelamento ao consumidor pelo meio que ele preferir, seja por correio ou internet;
    - prestar imediatamente as informações solicitadas pelo consumidor e resolver a demanda no prazo de 5 dias a partir do registro;
    - informar o consumidor sobre a resolução da demanda e enviar, sempre que solicitado, comprovação pertinente por carta ou internet, a critério do consumidor;

    Importante (e interessante para nós consumidores sabermos) é o que diz o parágrafo 3 do artigo 17: "Quando a demanda versar sobre serviço não solicitado ou cobrança indevida, a cobrança será suspensa imediatamente, salvo se o fornecedor indicar o instrumento por meio do qual o serviço foi contratado e comprovar que o valor é efetivamente devido". Em outras palavras, sabe aquela cobrança altíssima que te descontaram no saldo do teu celular? Se tu reclamar, eles são obrigados e te dar dinheiro de volta imediatamente, a não ser que eles tenham o registro que comprove que aquele valor foi descontado certo (coisa que, se tu tem certeza que não usou, eles não devem ter).

    Quanto ao histórico de demandas, a lei diz que:
    - pode-se acompanhá-lo por meio de um número informado sempre no início do atendimento (conhecido como "protocolo");
    - o consumidor pode pedi-lo por carta ou internet, e será entregue no prazo máximo de 72 horas;
    - o SAC se obriga a gravar as chamadas (o som mesmo, as vozes) e manter por no mínimo 90 dias, tempo em que o consumidor pode requerer acesso a esse conteúdo.

    A lei ainda diz que os que não cumprirem as normas do SAC estão sujeitos as punições definidas pelo Código de Defesa do Consumidor (artigo 56), e termina dizendo que as entidades reguladoras podem instituir novos regulamentos, mais específicos.

    Paztejamos

    Conselho Nacional de Previdência Complementar

    O Conselho Nacional de Previdência Complementar - CNPC é o órgão normativo do SFN que regula as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (mais conhecidas como "fundos de pensão"), sendo que quem fiscaliza/executa as regras criadas pelo CNPC é a PREVIC.

    O CNPC é uma reunião composta por 6 pessoas que representam órgãos públicos e 3 representante de Entidades Representativas de Classe. São eles:
    • Ministro da Previdência Social (presidente);
    • Representante da PREVIC;
    • Representante da Casa Civil;
    • Representante da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE/MJ);
    • Representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG);
    • Representante do Ministério da Fazenda;

    • Representante das Entidades Fechadas de Previdência Complementar;
    • Representante dos Patrocinadores/Instituidores dos Planos de Benefícios das EFPC;
    • Representante dos Participantes/Assistidos dos Planos de Benefícios das EFPC.
    A essa altura alguém deve estar se perguntando o que que são "Patrocinadores/Instituidores" e "Participantes/Assistidos", não? Isso está explicado no artigo sobre as EFPC (linko aqui quando escrever o texto sobre isso).

    Paztejamos

    Garantias do Sistema Financeiro Nacional

    O conteúdo desse blog está aos poucos sendo migrado, e essa página já pode ser encontrada em http://jeangamboa.blogspot.com.br/2015/05/garantias-do-sistema-financeiro-nacional.html.

    ----
    Garantia é algo que se dá quando alguém não confia muito na pessoa com quem está combinando algo. Por exemplo, se alguém que eu não conheço me pedir 1000 reais, provavelmente eu vou ficar desconfiado de que, caso eu empreste, não receberei de volta esse dinheiro. Para isso alguém me dá "algo" em garantia.

    Essa garantia pode ser uma palavra de confiança de alguém em quem eu confie (garantia fidejussória) ou uma coisa de valor (garantia real).

    Dessa forma, as garantias do Sistema Financeiro Nacional são divididas nestas duas classes:
    Além disso, existe ainda um fundo privado criado para assegurar o dinheiro dos correntistas no caso da quebra de um banco, que se chama Fundo Garantidor de Crédito - FGC.

    Paztejamos

    Próximos Estudos (2)

    Bom, como é evidente, eu deixei o CDC pra mais tarde. Isso porque ele é muito grande e eu não terminei de ler ele com a atenção necessária pra escrever. Além disso, existe muito material sobre ele e eu me importo mais em escrever sobre o que EU não sei.

    Nos próximos dias eu pretendo:
    - terminar de escrever o texto sobre o decreto 6523 - que fala sobre o SAC e em seguida começar a resolução 3849 do CMN;
    - escrever sobre alguns elementos pequenos dos conhecimentos bancários [bancos comerciais, BASA, BNB, CEF; além de falar sobre o sistema de pagamentos e os tipos de garantia];

    Eu pretendo começar esses assuntos amanhã, lembrando que sábado, pelo menos pra mim, ainda é dia de estudos, então posso continuar desenvolvendo esse material.

    Quem acessar esse blog, fique a vontade para comentar. Até porque, como eu sou um estudante, qualquer comentário sobre a matéria é um estímulo ao meu estudo.

    Em especial acho que a parte de atendimento que estou desenvolvendo é a mais útil para o visitante de ocasião, já que é dificil (eu diria quase IMPOSSIVEL) encontrar material útil e gratis sobre o assunto na internet.

    Quanto aos amigos que vêem o link desse blog no meu msn/orkut/twitter e entram aqui, critique o que não achar claro, porque a idéia é que eu escreva de maneira simples mas que trate o conteúdo de maneira concreta.

    É isso.
    Paztejamos

    Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional

    O Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) é um conselho que julga em segunda e última instância administrativa os recursos interpostos contra BaCen, CVM e Secretaria de Comércio Exterior (do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio).

    A atual composição do CRSFN é a seguinte:
    • 2 representantes do Ministério da Fazenda;
    • 1 representante do BaCen;
    • 1 representante da CVM;
    • 4 representantes das entidades privadas representativas de classe;
    Fique atento porque a composição mudou há poucos anos. Na composição antiga havia 1 representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e apenas 1 representante do Ministério da Fazenda.

    As entidades representativas de classe são divididas em 2 grupos: as titulares e as suplentes. A idéia é bem óbvia, caso um representante de uma entidade titular não puder participar da reunião, vai um suplente. São elas:

    Titulares:
    • Associação Brasileira das Empresas de Capital Aberto (ABRASCA);
    • Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA);
    • Comissão Nacional de Bolsas (CNB);
    • Federação Brasileira dos Bancos (FEBRABAN);
    Suplentes:
    • Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança - ABECIP;
    • Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias – ANCORD;
    • Conselho Consultivo do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB/CECO;
    • Instituto dos Auditores Independentes do Brasil – IBRACON;
    Não sei se é tão importante decorar os nomes das Entidades Representativas de Classe. Na última prova do Banco do Brasil caiu uma questão sobre o assunto mas não perguntou sobre os nomes, só a função do CRFSN. Porém, o assunto é de prova e talvez (TALVEZ) possa cair.

    Os representantes são indicados em lista tríplice e escolhidos pelo Ministro da Fazenda (dão 3 opções de representante e o Ministro decide quem é o "melhor"). Eles têm mandato de 2 anos e podem ser reconduzidos por mais 2 anos.

    Paztejamos

    Comentário da Lei 10098.00

    A lei 10098 tem um tema um pouco mais específico que a 10048, que é a acessibilidade para os deficientes e para aqueles que tem 'mobilidade reduzida'.

    É interessante que essa lei não define quem são exatamente essas pessoas. Quem vem fazer isso mais tarde é o decreto 5296/04. Esse decreto vem para tapar todos os "buracos" que as leis 10048 e 10098 não especificaram, eliminando margem para dúvidas subjetivas.

    Para os fins deste texto, vamos tratar por equivalente os termos "deficiente" e "deficientes e com mobilidade reduzida".

    Voltando a lei 10.098, ela começa falando que os parques, vias públicas e demais espaços públicos serão feitos pensando na acessibilidade, tendo o cuidado de que, quando algo for adaptado pra deficientes, essa adaptação seja feita seguindo a ordem de "o que é mais eficiente deve ser feito primeiro". Os parques de diversão, inclusive, devem adaptar no mínimo 5% das vagas em brinquedos para essa gente específica. Além disso os banheiros públicos deverão ter no mínimo um sanitário e um lavatório levando em conta as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas - aquela mesma que define o tamanho da margem da folha nos trabalhinhos de escola).


    Quanto à rua, a lei obriga que haja sinaleiras para pedestres com barulinho onde os deficientes pedirem ou onde o transito for intenso. Além disso, também diz que o "mobiliário urbano" (essas tranqueiras que se encontra na rua: placas, lixeiras, sinaleiras, etc...) não pode ficar no meio do caminho (imagina um latão de lixo bem no meio da calçada? é óbvio que alguém cego pode acabar esbarrando!).

    Em relação aos prédios e construções, a lei diz que em construções de uso privado (condomínios e apartamentos), os caminhos para todos os lugares, inclusive o elevador (se houver), deverão ser acessíveis a deficientes e, caso o predio não tenha elevador, o projeto do prédio deve prever facilidade na instalação de um.

    Já em caso de edifícios públicos (fóros, delegacias, hospitais...), ou de uso coletivo (lojas, farmácias, cafés...), a lei define que eles devem ser idealizados pensando na acessibilidade. Caso isso não tenha acontecido (em caso de o prédio ser mais antigo que a lei), quando houver reforma isso deve ser 'corrigido', lembrando que as obras não podem atrapalhar a circulação dos pedestres, de modo que deve haver no mínimo um caminho para cada destino possível (inclusive banheiro - sim, a lei explicita os banheiros). Além disso, nesse tipo de edifício, no caso de existir estacionamento, deve haver vagas para deficientes próximas ao local de circulação (portanto, não pode ser uma vaga "bem lá no cantinho", tem que ser próxima da saída).

    Essa lei tem uma parte que é meio "piada", aonde ela diz que o Poder Público (ou seja, o governo) vai colocar dinheiro pra: reformar os prédios públicos de modo a torná-los mais acessíveis; fomentar pesquisas, tecnologia e profissionais que envolvam o assunto da acessibilidade; formar intérpretes das variadas formas de comunicação (lingua de sinais, braile, etc); fazer campanhas de conscientização sobre o assunto; e estudar formas de integrar lingua de sinais a tv ou rádio. Vamos concordar que isso tudo é bem bonito, e a lei diz, mas é meio dificil de acreditar...

    A lei 10098 institui o Programa Nacional de Acessibilidade, no âmbito da Secretaria de Estado de Direitos Humanos do Ministério da Justiça. (na verdade essa parte eu só copiei e colei aqui para se cair na prova...). Além disso, diz que os veículos de transporte coletivo (ônibus, trem, ...) devem ser acessíveis a deficientes, seguindo normas da ABNT (lembrem que a 10048 já diz isso).


    No caso de bens de interesse cultural ou de valor histórico-artístico, essas regras de acessibilidade vão só até onde a lei que regula esses bens permitir (imagina se o Pelourinho, na Bahia, por exemplo, onde as ruas são íngrimes, estreitas, e de pedra, fosse obrigado a tornar-se mais "acessível". Estragaria toda a história e cultura do lugar. Portanto, pra ter valor, é importante que se mantenha do jeito que é, mesmo que não seja tão acessível para deficientes).


    Por fim, a lei diz que as entidades representativas de pessoas deficientes (e representativas de pessoas com mobilidade reduzida) vão ter legitimidade pra fiscalizar, acompanhar, cuidar para que a lei esteja sendo cumprida de fato.

    É isso.
    Paztejamos

    Comentário da Lei 10048.00

    A lei 10048 trata de dar prioridade a um grupo específico de pessoas que não estão em condições de esperar como todo mundo numa fila ou de ficar em pé quando andam de ônibus, por exemplo.

    Essas pessoas, especificamente, são os deficientes, idosos (com 60 anos ou mais), as grávidas (gestantes), as mães que estão em fase de amamentação da criança (conhecidas como lactantes) e aqueles que estão com criança de colo.

    Essa gente toda a lei define que terão atendimento prioritário nas repartições públicas, nas empresas concecionárias de serviços públicos (por exemplo numa fila de caixa pra pagar contas) e nas instituições financeiras (bancos, financeiras, etc.), além de ter acento reservado em transportes coletivos e empresas públicas de transporte (ônibus, trem...).

    Além disso, essa lei define que os espaços, banheiros e prédios públicos, além dos veículos de transporte coletivo, serão desenvolvidos pra facilitar o uso dos deficientes.

    E para quem descumprir a lei estão previstas punições, dependendo do tipo de infrator:
    • Para servidores públicos a lei 10048 não define a punição por descumprimento, só diz que vão ser punidos "conforme lei específica";
    • Para Instituições Financeiras a lei 10048 diz que a punição vai ser conforme a lei 4595.64 (que é a lei da reforma bancária que criou o CMN);
    • Já para empresas concecionárias de serviço público (as empresas normais, que prestam serviço), a lei define multa de 500 a 2500 por veículo que não tiver acento preferencial para as pessoas especiais ou não for adequadamente adaptado para deficientes (imagina uma empresa de médio porte, com uns 10 carros, tomando multa POR VEÍCULO! se ferrou!).
    E pior, em caso de reincidência no descumprimento da lei, a penalidade vai ser cobrada EM DOBRO! Então se eu tomar uma multa de R$10.000 e voltar a infringir essa lei, vou ter que pagar R$20.000!

    Pois bem, essa é a lei. Não tem grandes coisa, é relativamente fácil de decorar.

    Paztejamos

    Conselho Monetário Nacional

    O Conselho Monetário Nacional foi criado pela lei 4595 de 1964, conhecida como Lei da Reforma Bancária. Ele é considerado o principal órgão normativo do Sistema Financeiro Nacional (caso a prova pergunte).

    Conhecido como CMN, esse conselho faz parte do subsistema normativo do SFN, junto com o CNSP e o CNPC.

    Mas o que exatamente o CMN é? O que faz? Como funciona?O CMN é uma reunião de 3 pessoas específicas que acontece uma vez ao mês. São elas:
    • Ministro da Fazenda (presidente);
    • Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão;
    • Presidente do Banco Central.
    Nessa reunião são discutidas as normas, regras e regulamentações do SFN. A única regulamentação que o CMN não faz se refere a política monetária e cambial, onde ele apenas dá diretrizes para o BaCen legislar.

    A secretaria do CMN é feita pelo BaCen e o CMN dá suas normas através de documentos chamados "resoluções".

    [comissões junto ao CMN;]

    Paztejamos

    Próximos Estudos

    Amanhã pretendo:

    - Comentar o Código de Defesa do Consumidor, pelo menos até o artigo 60 por aí;
    - Começar a estudar as leis 10.048 e 10098;
    - Escrever mais alguma coisa sobre o SFN.

    Vamos ver se dá tempo pra fazer tudo amanhã.

    Paztejamos

    Legislação de Habilidades no Atendimento

    Resolvi linkar as legislações da matéria pra que fique mais acessível, caso alguém queira conferir o que exatamente a lei está dizendo:
    Lembrando que a parte de Marketing e Etiqueta não tem leis pra estudar.

    Paztejamos

    A Estrutura e as Entidades do Sistema Financeiro Brasileiro

    O Sistema Financeiro Nacional (ou SFN) não é um órgão, mas sim um complexo de órgãos, públicos e privados, que mechem com dinheiro e afins.

    Para falar em cada órgão é necessário dizer o nome de cada um e como um se vincula ao outro - qual que é subordinado a qual, quem presta contas com quem, etc. Sendo que, no caso desse estudo, ser 'subordinado' significa prestar contas para alguém e ser fiscalizado por esse alguém.

    Porém, antes de começarmos, sugiro que saiba qual o objetivo do Sistema Financeiro Nacional.

    o SFN tem uma divisão(um conjunto de órgãos) que cria regras para o próprio Sistema, chamada "normativa", outra que fiscaliza se as regras estão sendo cumpridas, chamada "fiscalizadora" (ou "executiva"), além daqueles órgãos que não estão em divisão nenhuma.

    Na divisão normativa, também conhecida como "subsistema normativo" estão 3 conselhos:
    • CMN (Conselho Monetário Nacional);
    • CNSP (Conselho Nacional de Segurança Privada);
    • CNPC (Conselho Nacional de Previdência Complementar).
    Os dois primeiros, CMN e CNSP, são vinculados ao Ministério da Fazenda. O CNPC é vinculado ao Ministério da Previdência. Esses conselhos não são prédios públicos que tem seus funcionários trabalhando e etc... são conselhos (como no conselho de classe da escola) onde pessoas importantes pro setor se reúnem e definem medidas importantes pra cumprir um objetivo (por exemplo, conter a inflação, aumentar o crédito, controlar o dólar, etc...)

    Subordinados a esses órgãos fazedores de regras, existem aqueles órgãos que executam as regras e fiscalizam pra ver se todo mundo está cumprindo as regras direitinho, chamado "subsistema fiscalizador" ou "subsistema executivo". São 4:
    • BaCen ou BC (Banco Central);
    • CVM (Comissão de Valores Mobiliários);
    • SUSEP (Superintendência de Seguros Privados);
    • PREVIC (Superintendência Nacional de Previdência Complementar);
    O BaCen e a CVM são subordinados ao CMN; a SUSEP é subordinada ao CNSP; e a PREVIC é subordinada ao CNPC. Cada um desses órgãos é instituido na forma de Autarquias Federais (não sei bem o que significa, mas caso a prova pergunte, é). Esses sim têm seus prédios com funcionários trabalhando.
    Subordinado a cada uma dessas entidades está um grupo de instituições que são mais próximas de nós, como os bancos, as financeiras, as seguradoras, os fundos de pensão, as corretoras, as casas de câmbio, etc. É uma lista bastante grande de instituições e a grande maioria delas são vinculadas ao BaCen. Por isso, meu conselho é decorar as instituições subordinadas a cada um dos outros órgãoes e depois, por eliminação, considerar todas as outras como subordinadas ao BaCen.

    Sendo fiscalizado pela PREVIC só existe um tipo de entidade: os Fundos de Pensão, que são juridicamente conhecidos por EFPC - Entidades Fechadas de Previdência Complementar (decore esse nome, ele pode cair na prova). Então, falou em PREVIC e CNPC, já sabe, é Fundo de Pensão, é EFPC.

    Já a SUSEP fiscaliza os seguintes órgãos:
    • Sociedades Seguradoras;
    • Sociedades Capitalizadoras;
    • Entidades Abertas de Previdência Complementar EAPC;
    • Sociedades Resseguradoras - inclusive o IRB.
    Fiquem espertos quanto às EAPC. Lembre que as Abertas são fiscalizadas pela SUSEP, enquanto as Fechadas são fiscalizadas pela PREVIC.

    Quanto a CVM, fiscaliza:
    • Corretoras e Distribuidoras de Títulos e/ou Valores Mobiliários;
    • Bolsas (a principal é BM&FBovespa);
    • Balcões;
    • Fundos de Investimento;
    • Clubes de Investimento;
    Por último, o BaCen fiscaliza todas as entidades que sobraram. São elas:
    • Agências de Fomento;
    • Bancos Comerciais;
    • Bancos de Investimento;
    • Bancos de Desenvolvimento;
    • Bancos Múltiplos;
    • Bancos Cooperativos;
    • Bancos de Câmbio;
    • Cooperativas Centrais de Crédito;
    • Companhias Hipotecárias;
    • Cooperativas de Crédito;
    • Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento (conhecidas como CFI ou Financeiras);
    • Sociedades de Crédito Imobiliário;
    • Corretoras de Câmbio;
    • Associações de Poupança e Empréstimo (APEs);
    • Sociedades de Crédito ao Microempreendedor;
    • Sociedades de Arrendamento Mercantil (leasing).
    Como as instituições fiscalizadas pelo BaCen são muitas, é interessante entender uma coisa: o BaCen fiscaliza todas as Instituições Financeiras e mais algumas que não são financeiras.

    Além dessas, algumas entidades não se encaixam em nenhuma dessas definições. Por isso são conhecidas como "agentes especiais" ou "entidades especiais". São elas:
    • BNDES - Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social;
    • BNB - Banco do Nordeste do Brasil;
    • BASA - Banco da Amazônia S. A.;
    • BB - Banco do Brasil S. A.;
    • CEF - Caixa Econômica Federal;
    • BRDE - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul.
    Os únicos que ficou faltando citar são os Conselhos de Recursos. Eles existem para julgar quando alguém recorre contra uma decisão de um órgão fiscalizador. Funciona assim: vamos supor que o BaCen dê uma multa contra um banco. Os representantes do banco não vão gostar e vão recorrer contra a decisão. Quem julga a ação? O Conselho de Recursos.

    Existem 3 Conselhos de Recursos:
    É importante dizer que eles são colegiados (quem manda é um grupo de pessoas, e não uma pessoa sozinha) e julgam os recursos em segunda e última instância administrativa (o que eles decidirem não tem mais pra quem recorrer, mas como é instância administrativa, dá pra entrar na justiça ainda).

    Do SFN é isso. Não é dificil, aos poucos vamos aprendendo.
    Paztejamos

    Primeiro Post

    Pois bem. Eu preciso estudar conhecimentos bancários e no meu caderno as coisas não ficavam tão bem linkadas. Por isso resolvi abrir esse blog.

    No começo pensei que deveria atualizar a wikipédia, assim conseguiria fazer links bem feitos, mas a wiki não pareceu uma boa opção porque todo mundo pode editar, além de que existe uma pequena burocracia pra abrir artigos com pouco conteúdo, tudo isso somado ao fato de que não se pode criar uma "categoria" na wiki com o nome "conhecimentos bancários".

    Eu sei que eu poderia usar meu blog pra isso, mas eu queria separar as coisas - até porque seria muito chato linkar assuntos relativos a estudo no meu blog pessoal onde eu escrevo minhas merdas... seria ruim pros leitores (que provavelmente não querem ler estudos no meio de abobrinhas e nem abobrinhas no meio dos estudos) e ruim pra mim (estudos não são tão interessantes pra serem compartilhados num lugar que se interessa em ser legal).

    Se se interessarem em ler minhas abobrinhas, podem acessar: http://proibidaentrada.blogspot.com

    Enfim... é isso...

    Teremos provavelmente 3 divisões nas páginas, a Home, Conhecimentos Bancários e Habilidades no Atendimento. Dentro de cada página eu linko os assuntos importantes.

    Dos assuntos de Conhecimentos Bancários eu faço 5 sub-divisões:
     - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional;
     - Produtos e Serviços do Sistema Financeiro Nacional;
     - Garantias do Sistema Financeiro Nacional;
     - Sistema de Pagamentos Brasileiro;
     - Mercado Financeiro.

    Na parte de Habilidades no Atendimento a principio não haverá divisões, mas conforme o barco segue eu faço o que for necessário.

    Lembrando que, assim como os prováveis leitores, eu sou um estudante de concursos, portanto sintam-se a vontade pra comentar, divulgar e permitir que o conhecimento se multiplique.

    É isso por enquanto. Logo eu apareço com novos posts.

    Para quem estranhar, eu sempre termino os posts com "Paztejamos" que é uma forma divertida de dizer "tenhamos paz"... uma piada antiga de alguns amigos que virou 'costume' em meus posts.

    Paztejamos